quarta-feira, 15 de maio de 2013

eBook “Web Analytics na prática”

http://resdigitais.wpengine.netdna-cdn.com/materiais-educativos/files/2011/10/Web-Analytics-na-pratica-Resultados-Digitais.pdf

terça-feira, 14 de maio de 2013

Matéria do Informativo - Edição Maio 2013 SEEVISSP


TER, 14 DE MAIO DE 2013

SEEVISSP esclarece sobre a regulamentação da lei 12.740/2012 e sobre o acordo que garante a manutenção do adicional de risco de vida em novos patamares a todos os profissionais da categoria


Desde dezembro de 2012 entrou em vigor a Lei 12.740/2012 que estendeu a aplicação do adicional de periculosidade aos trabalhadores expostos de forma permanente a risco acentuado de roubos ou outras espécies de violência física nas atividades de segurança pessoal ou patrimonial.
 
Trata-se de projeto de lei antigo, acompanhado pelo SEEVISSP e pela FETRAVESP por longos anos, que se empenharam e participaram ativamente do processo de sua aprovação.
 
Com a publicação da lei, parecia ser medida natural o seu imediato cumprimento, em índice total de 30%, pelas empresas da categoria; até porque 18% já foram conquistados no Estado de São Paulo a título de adicional de risco de vida através de negociações coletivas. 
 
As empresas, no entanto, se organizaram em torno de seu sindicato e se negaram a pagar a diferença de 12% existente, argumentando sobre a necessidade de regulamentação da referida lei pelo Ministério do Trabalho, “conforme ocorre com outras categorias que tem previsão do mesmo adicional”. 
 
Diante disso, o SEEVISSP, em conjunto com a FETRAVESP, passou a agir de imediato em defesa dos interesses dos trabalhadores, interpondo diversas ações de cunho coletivo que, no entanto, apresentam resultados demorados e diversos entre si e, ao mesmo tempo, em vista da costumeira demora do Ministério do Trabalho no processo de regulamentação, iniciou processo de negociação com a classe patronal. Entre as preocupações do SEEVISSP e da FETRAVESP, estavam algumas de grande relevo, como o receio da regulamentação vir a excluir parte dos profissionais da categoria do direito ao recebimento do adicional de periculosidade, como já ocorreu com algumas categorias anteriormente.
 
Sendo assim, o SEEVISSP negociou dura e longamente, tendo ao final chegado a um acordo com garantias à categoria e que a beneficia a todos, no mesmo molde dos parâmetros atuais.
 
O Acordo
 
Para garantir a manutenção do pagamento do adicional de risco de vida, o SEEVISSP assinou, por intermédio da FETRAVESP, um acordo com o Sindicato Patronal que garante a todos os profissionais da categoria o percentual de 4% a mais a cada ano até 2016 a tal título.
 
Pelo acordo, a partir de janeiro de 2014 a categoria tem garantido 22% de adicional de risco de vida; mais 4% em janeiro de 2015, totalizando 26% e, em janeiro de 2016 mais 4% que totaliza 30%; sendo a partir de então mantido este índice.
 
Esclarecemos aos companheiros que esse acordo garante o pagamento do adicional até que a regulamentação da lei 12.740/2012 pelo Ministério do Trabalho não ocorra. Porém, assim que houver oficialmente referida regulamentação, tal acordo deixará de ter vigência, cabendo às empresas de segurança o pagamento imediato dos 30% de adicional de periculosidade, conforme definido pela Lei 12.740/2012 e regulamentada pelo Ministério do Trabalho. 
 
Porém, mesmo havendo a regulamentação, caso esta exclua parte da categoria da incidência do adicional, pelo atual acordo assinado, estes trabalhadores continuam com o direito garantido. Portanto, o acordo ampara estes trabalhadores que eventualmente sejam excluídos da regulamentação por serem considerados postos de trabalho fora de condições de risco. Em outras palavras, pelo acordo, todos os vigilantes têm direito ao adicional.
 
Ainda, caso esteja previsto em edital de licitação ou contrato o pagamento do adicional de 30%, este deve ser pago pela empresa de segurança.
 
E, como algumas empresas da categoria já fixaram acordo e aceitaram pagar desde já o valor de 30% dos seus empregados, valorizando o seu trabalho e também o serviço prestado pela empresa, estes acordos deverão ser respeitados. 
 
Veja no site  http://www.seevissp.org.br/normas_coletivas.php  a íntegra do Acordo de Estabelecimento do Adicional de Risco de Vida para o setor da vigilância e segurança privada até o advento da regulamentação da Lei 12.740/2012.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Aumento no número de assaltos a carros-fortes preocupa vigilantes


Dados apontam um aumento nos roubos ao setor no país. No estado de São Paulo, subiram 250% no ano passado em relação a 2011.


Cresce no Brasil o número de assaltos a carros-fortes. No estado de São Paulo, o sindicato dos trabalhadores calcula que os ataques aumentaram mais de 200% em 2012.
 
Sirenes ligadas em homenagem ao colega morto. Thiago de Farias Souza, de 30 anos, foi uma das sete vítimas do roubo a um carro-forte no início do mês em Araras, interior de São Paulo. Outros vigilantes tiveram ferimentos leves, e um continua internado.
 
As marcas de tiros nos carros-fortes e os estilhaços lançados pelas explosões mostram a violência da ação da quadrilha. Os carros-fortes transportavamdinheiro para Campinas e foram interceptados na Rodovia Anhanguera por duas caminhonetes e um carro com dez homens. Eles usavam armas automáticas e fuzis.
Um vigilante que não quis se identificar tem 18 anos de profissão e já foi vítima de um assalto. “É terrível. Noites sem dormir, a base de calmantes e preocupado, passando aquele filme pela cabeça”, diz.
 
As estatísticas mostram que os roubos a carros-fortes no estado de São Paulo subiram 250% no ano passado em relação a 2011. Também cresceu o número de mortos e feridos nas ações dos bandidos.
 
De acordo com o sindicato dos vigilantes que trabalham em carros-fortes, em 2009 e 2010 foram dez assaltos. O total de casos caiu para quatro em 2011, mas no ano passado foram 14 ações contra carros-fortes, com quatro vigilantes mortos e 11 feridos.
 
Os dados da Associação Brasileira das Empresas de Transporte de Valores também apontam um aumento nos roubos ao setor no país. Depois de três anos de queda, entre 2008 e 2011, os ataques voltaram a aumentar em 2012. E este ano 12 assaltos já foram registrados.
 
O acesso fácil das quadrilhas a armamentos pesados contribui para o aumento dos índices. “De grosso calibre, que nem fazem parte da segurança pública, somente das Forças Armadas”, ressalta o diretor do Sindforte Lúcio Claúdio de Sousa Lima.
 
O crescimento no número de roubos tem afastado trabalhadores da profissão. “Eu deixei a profissão pelo motivo da violência. Muita violência, a gente enterrando os amigos de serviço”, lamenta o vigilante aposentado Darci Pavan.
 
A Secretaria de Segurança de São Paulo informou que não faz o cálculo separado desse tipo de crime, mas assegurou que todos os casos são investigados.
 
A Associação Brasileira das Empresas de Transportes de Valores disse que trabalha com a polícia para impedir esse tipo de crime.
 
A Federação Brasileira de Bancos informou que o investimento em segurança aumentou nos últimos anos, e que, com isso, o número de assaltos a banco vem caindo e os criminosos têm migrado para roubos fora das agências.
 
A Febraban disse ainda que tem trabalhado em parceria com a polícia e a justiça para reduzir esses crimes.
 
 
Fonte: Bom Dia Brasil

PF multa 16 bancos em R$ 5,5 mi por falhas em segurança


O Banco do Brasil foi o mais multado, com R$ 2,1 milhões, seguido pelo Santander, com R$ 1,06 milhão


A Polícia Federal (PF) multou 16 bancos em R$ 5,5 milhões por falhas na segurança de agências e postos de atendimento bancário. As instituições financeiras foram punidas em processos abertos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp), devido ao descumprimento da lei federal nº 7.102/83 e de normas de segurança.
 
As principais irregularidades cometidas pelos estabelecimentos foram número insuficiente de vigilantes, alarmes inoperantes, planos de segurança não renovados, transporte de numerário feito por bancários, inauguração de agências sem plano de segurança aprovado pela PF e cerceamento da fiscalização de policiais federais. Houve também aplicação de multas e penalidades contra empresas de segurança, vigilância, transporte de valores e cursos de formação de vigilantes
 
O Banco do Brasil foi o mais multado, com R$ 2,1 milhões, seguido pelo Santander, com R$ 1,06 milhão, Itaú (R$ 876 mil), Bradesco (R$ 776 mil), Caixa Econômica Federal (R$ 315 mil) e HSBC (R$ 150 mil).  "Essas multas revelam que os bancos seguem tratando com profundo descaso a segurança dos estabelecimentos, na medida em que ainda hoje não cumprem uma legislação que está completando 30 anos em 2013", criticou Ademir Wiederkehr, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
 
A Contraf-CUT e a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) entregaram ao delegado Lucínio a 4ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, elaborada pelas duas entidades, com apoio do Dieese, que apontou um total de 2.530 ocorrências em 2012. Entre assaltos e arrombamentos, o crescimento foi de 56,89% em relação a 2011, segundo as entidades.
 
Fonte: Portal Terra

Manual do Vigilante

http://www.fenavist.com.br/downloads/zip/manual_do_vigilante-1.zip

LEGISLAÇÃO




  • Portaria 3233/12 - DG/DPF
  • Manual do vigilante
  • Atualização da Portaria 387/2006 (REVOGADA)
  • Altera a Portaria 1264/94 - Repotencialização de
  • Cria a Carteira Nacional de Vigilante
  • Altera a Portaria 992/95-DPF
  • Aprova o Certificado de Segurança e o Certificado de Vistoria a serem emitidos pelas Superintendências Regionais do DPF define as Comissões de Vistoria
  • Dispõe sobre o veículo Especial para Transporte de Valores
  • Ministério da Justiça - Assuntos de Segurança Privada
  • DECRETO Nº 89.056, DE 24 DE NOVEMBRO 1983.
  • Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983.
  • SINDICATOS



    Sindicato dos Vigilantes de São Paulo - SEEVISSP

    Nome: SINDICATO DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE VIGILÂNCIA, SEGURANÇA E SIMILARES DE SÃO PAULO - "SEEVISSP"

    DIRETORIA EXECUTIVA 

    Presidente e Diretor de Base:
    PEDRO DANTAS DE QUEIROZ

    Diretor Vice Presidente Financeiro e Diretor de Base:
    PEDRO FRANCISCO ARAÚJO

    Diretor Vice Presidente Administrativo e Diretor de Base:
    ANTONIO ALVES DOS SANTOS

    DIRETORIA PLENA; DIRETORIA EXECUTIVA
    Diretor Operacional e Diretor de Base: ANTONIO PEREIRA DE OLIVEIRA
    Diretor Operacional e Diretor de Base: DOMINGOS CESAR FERREIRA
    Diretor Operacional e Diretor de Base; EDSON JOSE DOS SANTOS
    Diretor Operacional e Diretor de Base; FRANCISCO ANTONIO DE PAULA

    DIRETORES SUPLENTES
    Suplente de Diretoria: JOSE ROBERTO DOS SANTOS
    Suplente de Diretoria:
    Suplente de Diretoria: ANTONIO PEREIRA DE AMORIM
    Suplente de Diretoria: JOSE VALDENOR PEREIRA
    Suplente de Diretoria: NILSON MENDES DE ARAÚJO
    Suplente de Diretoria: CARLOS ROBERTO DA SILVA SILVEIRA
    Suplente de Diretoria: MARCONDES PEREIRA DE AMORIM

    CONSELHO FISCAL EFETIVOS
    LUIZ BEZERRA DIAS
    LUIZ TEODOZIO DOS SANTOS
    RONALDO DE JESUS SILVA

    SUPLENTES
    ANTONIO LOPES DA SILVA
    JOSÉ FRANCISCO NETO
    JOSE DA SILVA LIMA

    DEL. REPRESENTANTES EFETIVOS
    PEDRO DANTAS DE QUEIROZ
    PEDRO FRANCISCO ARAÚJO

    SUPLENTES
    ANTONIO RICARDO DOS SANTOS
    JOELSON SALES SIMÕES

    Endereço: LARGO DO AROUCHE, 307 e 315
    Bairro: CENTRO
    Cidade: SAO PAULO
    Estado: SP
    CEP: 01219-011
    Telefone: (11) 3363-3310 / FAX (11) 3361-3388
    Sitewww.seevissp.org.br
    E-mailperguntas@seevissp.org.br 

    BASE TERRITORIAL MUNICIPAL - JURISDIÇÃO: São Paulo - Capital.

    parecer - Polícia Federal

    http://www.dpf.gov.br/servicos/seguranca-privada/legislacao-normas-e-orientacoes/pareceres/Parecer%202409%202012-DELP%20CGCSP%20-%20atividade%20clandestina%20sem%20arma%20de%20fogo%20e%20fiscalizacao.pdf

    O QUE SÃO EMPRESAS CLANDESTINAS


    O que são Clandestinas?

    Face aos riscos e resultados nocivos, e pela temeridade e desinformação, com que muitas empresas tomadoras de serviços vem-se deparando ao contratar serviços de segurança através de empresas "clandestinas", ou sem qualquer habilitação técnica e legal, é imprescindível esta campanha de advertência e conscientização ao mercado e ao público em geral:

    DA LEGISLAÇÃO QUE NORMATIZA E REGULAMENTA A ATIVIDADE DE SEGURANÇA PRIVADA:

    O exercício da atividade de vigilância e segurança privada, é regido por legislação federal específica : Lei n.º 7.102/83 que estabelece normas para a constituição e funcionamento das empresas que exploram serviços de segurança, regulamentado pelo Decreto n.º 89.056/83 e Portaria n.º 992/95 que estabelece normas para o exercício da atividade de segurança privada no País.

    O QUE SÃO EMPRESAS CLANDESTINAS ?

    São empresas que atuam no mercado, prestando serviços de vigilância e segurança sem estarem em condições legais e técnicas para fazê-lo, e provocam verdadeira desordem, prejudicando sobremaneira as empresas legalmente constituídas. Trabalham em total desobediência à Lei, provocando inúmeros problemas - onde, infelizmente, alguns muito trágicos - , veiculados quase que diariamente na imprensa.

    COMO AS EMPRESAS "CLANDESTINAS" CONTRATAM SEUS FUNCIONÁRIOS:
  • Admissão de pessoas não habilitadas (sem curso de formação em escola credenciada pela Polícia Federal);
  • Sem verificação de antecedentes criminais;
  • Sem exames de saúde física e mental;
  • Porte de arma em nome de pessoa física;
  • Sem critério do mínimo indispensável de escolaridade;
  • Não respeita o piso salarial determinado pela categoria;
  • Seu funcionário não tem seguro de vida;
  • Não recolhe os encargos sociais;
  • Não arca com as responsabilidades civil e criminal.

    Invariavelmente, por ocasião da proposta de serviços, essas empresas informam ao tomador de serviços, que não existem problemas; que as exigências da lei só são aplicadas ao vigilante que trabalha armado.

    Isto não é verdade ! A legislação é muito clara e específica. Determina que toda empresa que exercer a prestação de serviços de Vigilância/Segurança (no caso inibir ou coibir a ação criminosa), armada ou desarmada, deverá possuir a Autorização de Funcionamento (documento hábil expedido pelo Departamento de Polícia Federal e renovado anualmente), que permite a empresa explorar este ramo de atividade.

    DA HABILITAÇÃO TÉCNICA :

    Todo o serviço de vigilância/segurança, seja ele prestado em Indústrias, Comércio, Residências, Condomínios, Eventos, etc., deve ser efetuado por empresa regularizada e apta tecnicamente, a atuar na atividade. Uma empresa de segurança privada, para exercer sua atividade - ARMADA ou DESARMADA, necessita ter competência técnica e habilitação legal, comprovada através dos seguintes documentos, renovados anualmente:

    CERTIFICADO DE SEGURANÇA – emitido pelo Departamento de Polícia Federal, certificando que a empresa foi fiscalizada e está em condições técnicas de prestar serviços.
    AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO – emitida pelo Ministério da Justiça, com publicação no D.O.U. (Diário Oficial da União) permitindo que a empresa possa atuar nesse segmento econômico.

    SEGURANÇA ORGÂNICA:

    A mesma legislação, determina que os Serviços Orgânicos de Segurança ( ou Segurança Própria como é comumente chamada) - são autorizados, controlados e fiscalizados pelo Departamento de Polícia Federal. Assim, uma empresa que tenha objeto econômico diverso da vigilância ostensiva e do transporte de valores, e que utilize pessoal de quadro funcional próprio para a execução de sua segurança - armada ou desarmada - deverá, também, se adaptar à legislação, requerendo a Autorização de Funcionamento junto à Delegacia de Polícia Federal, para atuar como empresa Orgânica.

    Caso a empresa não possua os documentos citados, é considerada irregular - ou clandestina - , podendo acarretar inúmeros transtornos ao tomador de serviços, que se responsabilizará civil e penalmente, na ocorrência de qualquer evento danoso provocado pela empresa clandestina e/ou seu funcionário.

    "VIGILANTE AUTÔNOMO" : NÃO EXISTE essa função, uma vez que o profissional de segurança deve estar registrado numa empresa especializada e possuir o Certificado de Conclusão do curso de formação para Vigilantes, devidamente registrado na Polícia Federal e, também, ser registrado na D.R.T. (Delegacia Regional do Trabalho)e possuir a Carteira Nacional do Vigilante para exercer a atividade.

    "SEGURANÇA EFETUADA POR POLICIAIS CIVIS E MILITARES" : É, também, proibida a prestação de serviços de vigilância/segurança efetuada por Policiais Civis e/ou Militares.
    CUIDADOS BÁSICOS A SEREM TOMADOS, ANTES DE CONTRATAR SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA/SEGURANÇA, PARA VOCÊ OU PARA SUA EMPRESA:

    Conheça a empresa que pretende contratar e os métodos de treinamento dos seus seguranças, visitando a empresa e a academia de formação de seus funcionários;
    Peça um plano de segurança à empresa que pretende contratar, onde deverá estar especificado o número adequado de vigilantes a ser utilizado; o sistema de alarme adequado e/ou outros dispositivos de segurança a serem utilizados, de forma que seja garantida a incolumidade física de pessoas ou do local onde serão prestados os serviços.

    Exija o Alvará de Funcionamento e o Certificado de Segurança devidamente renovados (sem esses documentos, a empresa não pode funcionar).
    Para se certificar da legalidade da prestação de serviços das empresas do setor, ou da empresa que pretende contratar, ligue para o SESVESP - Telefone: (011) 3858-7360.

    Peça informações na DELESP – Delegacia de Segurança Privada de São Paulo, ou nas Comissões de Vistoria;
  • Portaria 3233/2012 - Polícia Federal



    http://www.dpf.gov.br/simba/seguranca-privada/legislacao-normas-e-orientacoes/portarias/PORTARIA%203233-2012.pdf

    quarta-feira, 8 de maio de 2013

    Código Internacional Q


    Código Q é adotado internacionalmente por Forças Armadas e trata-se de uma coleção padronizada de três letras, todas começando com a letra "Q", inicialmente desenvolvida para comunicação radiotelegráfica comercial, e posteriormente adotada por outros serviços de rádios, especialmente o radioamadorismo. Apesar de os códigos Q terem sido criados quando o rádio usava apenas o código Morse, eles continuaram a ser empregados depois da introdução das transmissões por voz. Para evitar confusão, sinais de chamadas têm sido frequentemente limitados a restringir sinais começando com "Q" ou tendo uma sequência de três Q embutidos.

    [editar]História

    O código Q, original foi criado aproximadamente em 1909 pelo governo britânico, como uma "lista de abreviações... preparadas para o uso dos navios britânicos e estações costeiras licenciadas pela Agência postal geral". O código Q facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes, por isso sua rápida adoção internacionalmente. Um total de quarenta e cinco códigos Q aparecem na "lista de abreviações para serem usadas na radiocomunicação", que foi incluída no serviço de regulamentação anexo à Terceira convenção internacional de radiotelegrafia. A convenção aconteceu em Londres e foi assinada em 5 de julho de 1912, tornando-se efetiva em 1 de julho de 1913.
    Os códigos Q compreendidos entre QAA-QNZ são reservados para uso aeronáutico; QOA-QOZ para uso marítimo; QRA-QUZ para todos os serviços.

    [editar]Código Q

    CódigoPerguntaResposta ou informação
    QAPEstá na escuta?Permaneça na escuta ou estou na escuta
    QAMQual é a condição meteorológica?Aqui a condição meteorológia é ...
    QRAQual o nome operador?O meu nome é ...
    QRBA qual distância aproximada você está da minha estação?A distância aproximada entre nossas estações é... milhas náuticas (ou quilômetros)
    QRCQue organização particular (ou administração estadual) liquida as contas de sua estação?liquidação das contas da minha estação está sob o encargo da organização particular... (ou da administração estadual...)
    QRDAonde vai e de onde vem?Vou a... e venho de...
    QREA que horas pensa chegar a... (ou estar sobre...) (lugar)Penso chegar a...(lugar) (ou estar sobre...) às... horas.
    QRGQual é minha frequência exata (ou frequência exata de...)?Sua frequência exata (ou frequência exata de...) é... kHz (ou... MHz).
    QRHMinha frequência varia?Sua frequência varia.
    QRIComo é a tonalidade de minha estação?A tonalidade de sua estação é:
    1. Boa
    2. Variável
    3. Ruim
    QRJQuantas chamadas radiotelefônicas você tem para despachar?Eu tenho ... chamadas radiotelefônicas para despachar.
    QRKQual a clareza dos meus sinais (ou de...) ?A clareza de seus sinais (ou dos sinais de) é:
    1. Ruim
    2. Pobre
    3. Razoável
    4. Boa
    5. Excelente
    QRLVocê está ocupado?Estou ocupado (ou ocupado com...).
    Favor não interferir
    QRMEstá sendo interferido?Sofre interferência:
    1. Nulas
    2. Ligeira
    3. Moderada
    4. Severa
    5. Extrema
    QRNEstá sendo perturbado por estática?Estou sendo perturbado por estática:
    1. Não
    2. Ligeiramente
    3. Moderadamente
    4. Severamente
    5. Extremamente
    QRODevo aumentar a potência do transmissor?Aumente a potência do transmissor.
    QRPDevo diminuir a potência do transmissor?Diminua a potência do transmissor.
    QRQDevo transmitir mais depressa?Transmita mais depressa (...palavras por minuto).
    QRREstá pronto para operação automática?Estou pronto para operação automática. Transmita à... palavras por minuto.
    QRSDevo transmitir mais devagar?Transmita mais devagar (... palavras por minuto).
    QRTDevo cessar a transmissão?Cesse a transmissão.
    QRUTem algo para mim?Não tenho nada para você.
    QRVEstá preparado?Estou preparado.
    QRWDevo avisar a... que você o está chamando em ... kHz(ou...MHz).Por favor, avise ... que o estou chamando em ...kHz(ou ...MHz).
    QRXQuando você chamará novamente?Eu o chamarei novamente às... horas, em ...kHz(ou ...MHz).
    QRYQual a minha ordem de vez?
    (Refere-se a comunicação)
    É número ...(ou de acordo com qualquer indicação)
    (Refere-se a comunicação)
    QRZQuem está me chamando?Você está sendo chamado por ... em... kHz (ou ... MHz).
    QSAQual a intensidade de meus sinais(ou dos sinais de...)?A intensidade dos seus sinais (ou dos sinais de ...) é:
    1. Apenas perceptível
    2. Fraca
    3. Satisfatória
    4. Boa
    5. Ótima
    QSBA intensidade de meus sinais varia?A intensidade de seus sinais varia.
    QSCSua embarcação é de carga?Minha embarcação é de carga.
    QSDMinha manipulação está defeituosa?Sua manipulação está defeituosa.
    QSEQual o deslocamento estimado da embarcação de salvamento?O deslocamento estimado da embarcação de salvamento é ... (números e unidades).
    QSFVocê realizou o salvamento?Eu realizei o salvamento e estou seguindo para a base ... (com ... pessoas feridas necessitando ambulância).
    QSGDevo transmitir ... telegramas de uma vez?Transmita ... telegramas de uma vez.
    QSHVocê é capaz de retornar usando seu equipamento radiogoniométrico?Eu sou capaz de retornar usando meu equipamento radiogoniométrico.
    QSINão consegui interromper a ... (indicativo de chamada).Sua transmissão ou informe que não conseguir interromper sua transmissão em ...kHz (ou ... MHz).
    QSJQual a taxa a ser cobrada para ... incluindo sua taxa interna?A taxa a ser cobrada para ... incluindo a minha taxa interna é ... francos, ou reais, ou dólares ... ou simplesmente referindo-se a um valor em dinheiro.
    QSKPode ouvir-me entre seus sinais, em casa afirmativo, posso interromper sua transmissão?Posso ouvi-lo entre meus sinais: pode interromper minha transmissão.
    QSLPode acusar recebimento?Acuso recebimento.
    QSMDevo repetir o último telegrama que transmiti para você (ou algum telegrama anterior)?Repita o último telegrama que você enviou para mim(ou telegrama(s) número(s)...).
    QSNEscutou-me ou ...(indicativo de chamada) em ...kHz (ou ...MHz)?Escutei-o ou ...(indicativo de chamada) em ...kHz (ou ...MHz)
    QSOPode comunicar-me diretamente (ou por retransmissão) com...?Posso comunicar-me diretamente (ou por retransmissão) com... .
    QSPQuer retransmitir gratuitamente a ...?Vou retransmitir gratuitamente a... .
    QSQHá médicos ou Enfermeiros a bordo ou ... (nome da pessoa) a bordo?Há médicos ou Enfermeiros a bordo ou ... (nome da pessoa) a bordo.
    QSRDevo repetir a chamada na frequência de chamada?Repita a chamada na frequência de chamada: não ouvi você (ou há interferência).
    QSSQue frequência de trabalho você usará?Usarei a frequência de trabalho de ...kHz (normalmente basta indicar os três último algarismo da frequência).
    QSUDevo transmitir ou responder nesta frequência ou em ...kHz(ou ... MHz) com emissões do tipo...?Transmita ou responda nesta frequência ou em ...kHz(ou ... MHz) com emissões do tipo... .
    QSVDevo transmitir uma série de "v" nesta frequência ou em ... kHz(ou ... MHz)?Transmita uma série de "v" nesta frequência ou em ... kHz(ou ... MHz)?
    QSWVai transmitir nesta frequência ou em ... kHz (ou ... MHz) (com emissão do tipo ...)?Vou transmitir nesta frequência ou em ... kHz (ou ... MHz) (com emissão do tipo ...),
    QSXQuer escutar a ... (indicativo de chamada) em ... kHz ( ou ... MHz)?Estou escutando a ... (indicativo de chamada) em ... kHz ( ou ... MHz)?
    QSYDevo transmitr em outra frequência?Transmita em outra frequência ou em ... kHz (ou... MHz).
    QSZTenho que transmitir cada palavra ou grupo mais de uma vez?Transmita cada plavra ou grupo duas vezes (ou ... vezes).
    QTADevo cancelar o mensagem número ...?Cancele o mensagem número ... .
    QTBConcorda com minha contagem de palavras?Eu não concordo com sua contagem de palavras; vou pedir a primeira letras ou dígito de cada palavra ou grupo.
    QTCQuantos recados para transmitir?Tenho ... recado transmitir (ou para ...).
    QTDO que recolheu o barca ou a aeronave de salvamento?... (identificação) recolheu:
    1. ... (número) sobreviventes.
    2. ... restos de naufrágio.
    3. ... (número) de cadáveres
    QTEQual a minha orientação com relação a você? ou
    Qual a minha orientação com relação a ... (indicativo de chamada)
    Sua orientação verdadeira com relação a mim é... grau as... horas ou
    A orientação verdadeira de ...(indicativo de chamada) com relação a ... (indicativo de chamada) era de ... grau as ... horas.
    QTFQuer indicar a posição de minha estação de acordo com as orientações tomadas pelas estações refiogoniométricas que você controla?A posição de sua estação de acordo com as orientações tomadas pelas estações radiogoniométricas que, eu controlo era ... latitude, ... longitude, (ou outra indicação de posição) tipo... às ... horas.
    QTGQuer transmitir dois traços de 10 segundos cada, seguidos de seu indicativo de chamada (repetindo ... vezes) em kHz(ou ...MHz)?
    Quer pedir dois traços de 10 segundos cada, seguidos de seu indicativo de chamada (repetindo ... vezes) em kHz(ou ...MHz)?
    Vou transmitir dois traços de 10 segundos cada, seguidos de seu indicativo de chamada (repetindo ... vezes) em kHz(ou ...MHz).
    Pedi dois traços de 10 segundos cada, seguidos de seu indicativo de chamada (repetindo ... vezes) em kHz(ou ...MHz).
    QTHQual é seu local endereço posição em latitude e longitude (ou de acordo com qualquer outra indicação)?Meu local de endereço posição é ... de latitude, ... de longitude(ou de acorde com qualquer outra indicação).
    QTIQual é o seu rumo VERDADEIRO?Meu rumo VERDADEIRO é ... graus.
    QTJQual a sua velocidade (refere-se à velocidade de um navio ou aeronave com relação à água ou ar, respectivamente).Minha velocidade é de ... nós (ou quilômetros por horas, ou milhas por hora). (indique a velocidade de um navio ou aeronave através da água ou ar, respectivamente).
    QTKQual a velocidade de sua aeronave com relação à superfície terrestre?A velocidade de minha aeronave com relação à superfície terrestre ér ... nós (ou quilômetros por horas, ou milhas terrestres por hora).
    QTLQual o seu rumo VERDADEIRO?Meu rumo VERDADEIRO é ... graus.
    QTMQual é o seu rumo MAGNÉTICO?Meu rumo MAGNÉTICO é ... graus.
    QTNA que horas saiu de ... (lugar)?Saí de ... (lugar) às ... horas.
    QTOPode comunicar-se com minha estação por meio de código internacional de sinais?Vou comunicar-me com sua estação por meio de código internacional de sinais.
    QTRQual é a hora certa?A hora certa é ... horas.
    QTSQuer transmitir seu indicativo de chamada para sintonizar ou para que sua frequência possa ser medida agora (ou às ... horas) em ... kHz (ou MHz)?Vou transmitir meu indicativo de chamada para sintonizar ou para que sua frequência possa ser medida agora (ou às ... horas) em ... kHz (ou MHz).
    QTTO sinal de identificação que segue se sobrepõe à outra emissão.
    QTUQual é o horário de funcionamento de sua estação?O horário de funcionamento da minha estação é ... horas.
    QTVDevo fazer escuta por você na frequência de ... kHz (ou ... MHz) das ... às ... horas?Faça escuta por você na frequência de ... kHz (ou ... MHz) das ... às ... horas.
    QTWComo se encontra os sobrevivente?Os sobreviventes se encontras em ... condições e precisam urgentemente ...
    QTXQuer manter sua estação aberta para nova comunicação comigo até que eu o avise(ou até às... horas)?Vou manter minha estação aberta para nova comunicação com você até que me avise (ou até às ... horas)
    QTYVocê está seguindo para o lugar do acidente? Caso afirmativo, quando espera chegar?Estou seguindo para o lugar do acidente e espero chegar às ... horas em ... (data).
    QTZVocê continua a busca?Continuo a busca de ... (aeronave, navio, dispositivo de salvamento, sobreviventes ou destroços).
    QUATem notícias de ... (indicativo de chamada)?Envio notícias de ...(indicativo de chamada).
    QUBPode dar-me na seguinte ordem, informações sobre: a direção em graus VERDADEIROS e velocidade do vento na superfície; visibilidade; condições meteriológicas atuais; quantidade, tipo e altura das nuvens sobre a superfície em ... (lugar de observação)?Envio informações solicitadas: (As unidades usadas para velocidade e distâncias devem ser indicadas).
    QUCQual é o número (ou outra estação) da última mensagem qe você recebeu de mim ou de ... (indicativo de chamada)?O número (ou outra estação) da última mensagem recebida de você ou de ... (indicativo de chamada) é ... .
    QUDRecebeu o sinal de urgência transmitido por ... (indicativo de chamada da estação móvel)?Recebi o sinal de urgência transmitido por ... (indicativo de chamada da estação móvel) às ... horas.
    QUEPode usar telefonia tem ... (idioma) por meio de intérprete, se possível, em quaisquer frequência?Posso usar telefonia em ... (idioma) em ... kHz (ou ... MHz).
    QUFRecebeu o sinal de perigo transmitido por ... (indicativo de chamada da estação móvel)?Recebi o sinal de perigo transmitido por ... (indicativo de chamada da estação móvel)?
    QUHQuer dar-me a pressão barométrica atual ao nível do mar?A pressão barométrica atual ao nível do mar é ...(unidades).
    QUISuas luzes de navegação estão acesas?Minhas luzes de navegação estão acesas
    QUJQuer indicar o rumo VERDADEIRO para chegar a você (ou ...)?O rumo VERDADEIRO para me alcançar (ou ...) ... graus às ... horas.
    QUKPode me informar as condições do mar observada em ... (lugar ou coordenadas)?O mar em ... (lugar ou coordenadas) está ... .
    QULPode me informar as vagas observadas em ... (lugar ou coordenadas)?As vagas em ... (lugar ou coordenadas) são ... .
    QUMPosso recomeçar tráfego normal?Pode começar tráfego normal.
    QUNSolicito às embarcações que se encontram em minhas proximidades imediatas ou (nas proximidades de ... latitude e ... longitude) ou (nas proximidades de ... ) favor indicar rumo VERDADEIRO e velocidade.Minha posição, rumo VERDADEIRO e velocidade são ... .
    QUODevo efetuar busca de:
    1. aeronave
    2. navio
    3. embarcação de salvamento nas proximidades de ... latitude, ... longitude (ou de acordo com qualquer outra indicação) ?
    Efetue busca de:
    1. aeronave
    2. navio
    3. embarcação de salvamento nas proximidades de ... latitude, ... longitude (ou de acordo com qualquer outra indicação).
    QUPQuer indicar sua posição por meio de:
    1. refletores
    2. rastro de fumaça
    3. sinais pirotécnicos?
    Estou indicando minha posição por meio de:
    1. refletores
    2. rastro de fumaça
    3. sinais pirotécnicos?
    QUQDevo orientar meu refletor quase verticalmente para uma nuvem, piscando se possível e, caso aviste sua aeronave, dirigir o facho contra o vento e sobre a água (ou solo) para facilitar seu pouso?Por favor, orientar seu refletor quase verticalmente para uma nuvem, piscando se possível e, caso aviste sua aeronave, dirigir o facho contra o vento e sobre a água (ou solo) para facilitar meu pouso.
    QUROs sobreviventes:
    1. Receberam equipamentos salva-vidas?
    2. Foram recolhidos por embarcação de salvamento?
    3. Foram encontrados por grupo de salvamento de terra?
    Os sobreviventes:
    1. Receberam equipamentos salva-vidas?
    2. Foram recolhidos por embarcação de salvamento?
    3. Foram encontrados por grupo de salvamento de terra.
    QUSVocê avistou sobreviventes ou destroços? Em caso afirmativo, em que posição?Avistei:
    1. sobreviventes na água;
    2. sobreviventes em balsas;
    3. destroços na latitude ..., longitude ... (ou de acordo com qualquer outra informação).
    QUTFoi marcado o local do acidente?A posição do acidente está marcada por:
    1. balsa flamígena ou fumígena;
    2. bóia;
    3. produto corante;
    4. ... (especificar qualquer outro sinal)
    QUUDevo dirigir o navio ou aeronave para minha posição?Dirija o navio ou aeronave (indicativo de chamada)?
    1. para sua posição transmitindo seu indicativo de chamada e traços longos em ... kHz (ou ... MHz);
    2. transmitindo em ... kHz (ou MHz) o rumo verdadeiro para chegar a você.
    QUWVocê está na área de busca designada como ... nome da zona ou latitude e longitude) ?Estou na área de busca (designação).
    QUYFoi marcada a posição da embarcação de salvamento?A posição da embarcação de salvamento foi marcada às ... horas por:
    1. baliza flamígena;
    2. bóia;
    3. produto corante;
    4. ...(especificar qualquer outro sinal).